A ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL PARA SANTA CATARINA (ALB/SC) E A ALB/SC
MUNICIPAL DE ALFREDO WAGNER.
CONVIDAM
DIAS:30 e 31 DE JULHO DE 2010
LOCAL:.SOCIEDADE RECREATIVA CLUBE PRAÇA DA BANDEIRA –S/Nº CENTRO ALFREDO WAGNER
PROGRAMAÇÃO
DIA 30/07 - A PARTIR DAS 9:00 horas CREDENCIAMENTO E ABERTURA DA FEIRA
DE LIVROS E DE ARTES EM GERAL.
14 horas: Abertura Oficial do Encontro (Entrada das Bandeiras e Hino Nacional)
Saudação aos presentes pela Escritora Bertolina Maffei – PRESIDENTE DA ALB/SC Municipal de Alfredo Wagner
Palavra do Prefeito Municipal de Alfredo Wagner.
Saudação aos presentes pelo Professor Miguel João Simão - Presidente da ALB/SC.
Palavra do Dr. Mário Roberto Lopes Carabajal - Presidente da Academia de Letras do Brasil.
Apresentação do Coral da cidade
14:30 - Palestra com o Escritor e Filósofo FÍDIAS TELLES.
O PAPEL EXISTENCIAL DO ESCRITOR NUM MUNDO EM TURBULÊNCIAS.
15:20 - Palestra com o Escritor e Poeta WILLIAM WOLLINGER BRENUVIDA PROJETO MOSAICOS DE RUA.
16 horas - coffe breack
APRESENTAÇÕES CULTURAIS
16:30 - Palestra com a Escritora DALVINA DE JESUS SIQUEIRA
COMO SER VALORIZADO NO MUNDO LITERÁRIO QUANDO NÃO SE ESCREVE PARA A ELITE – DO ANONIMATO PARA O MUNDO
17:20 - Palestra com o Poeta RAMIRO VIEIRA NETO - POESIAS SE ESCREVE COM A ALMA.
18:00- DIPLOMA AMIGOS DA CULTURA LITERÁRIA DE ALFREDO WAGNER AOS REPRESENTANTES DE DIVERSAS INSTIUIÇÕES.
POSSE DA ACADEMIA ESCOLAR DE LETRAS DE ALFREDO WAGNER.
DIA 31/07
9:00 - VISITA AOS PONTOS TURÍSTICOS E HISTÓRICOS DA CIDADE (transporte
oferecido pela Prefeitura Municipal)
12:00 - ALMOÇO
14 horas - POSSE DA ACADEMIA DE LETRAS DE ALFREDO WAGNER e DIPLOMAÇÃO
de novos PRESIDENTES DA ALB/SC.
DIPLOMAÇÃO DOS AMIGOS DA CULTURA LITERÁRIA E MEMBROS VITALÍCIOS.
17:00 horas - Considerações Finais - Escritor Mauro Demarchi
(organizador do evento)
Considerações Finais pelo Professor Miguel João Simão (Presidente da ALB/SC (organizador do evento) e Dr. Mário Carabajal – Exmo Presidente da ALB
APOIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE ALFREDO WAGNER ATRAVÉS DE SUAS SECRETARIAS.
*ESCRITORES. ARTISTAS PLÁSTICOS, ARTESÃOS, PROFESSORES E COMUNIDADE EM
GERAL ESTÃO CONVIDADOS A PARTICIPAREM DO GRANDE EVENTO CULTURAL DE 2010 EM SANTA CATARINA.
ALFREDO WAGNER ESPERA POR VOCÊ!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
COMO VER A TERRA EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ

Na sexta-feira, dia 09 de julho, a partir das 20h30min, na Galeria Municipal de Arte da Fundação Cultural de Balneário Camboriú acontece a abertura da exposição “Como Ver a Terra” da Sociedade dos Pintores do Ângulo Insólito da Foz do Rio Itajaí-Açu, juntamente com o lançamento do livro “Júlia e Gabriel visitam Itajaí”, da escritora Marlene Dalva da Silva Rothbarth.
A Sociedade dos Pintores do Ângulo Insólito da Foz do Rio Itajaí-Açu desenvolve sua arte baseado no prazer da produção coletiva de seus integrantes que partem sempre de uma camada de terra como base de suas obras. Ver o mundo de cima é voltar à atenção para o planeta Terra, pois o seu solo fornece uma riqueza cromática para a palheta dos pintores do ângulo insólito. A exposição “Como ver a terra” apresenta estética difusa, com distâncias e proporções diversas, sombras da cidade e visões surreais.
Os artistas Retta Rettamozo, Odécio Adriano, Patrick Albuquerque, Rafaelo De Góes, Carlo Rettamozo e Daniela Albuquerque formam um grupo que lança uma nova perspectiva poética de agradável colorido, baseado nos elementos da natureza e aliado as doces lembranças do tempo de infância.
Lançamento do livro “Júlia e Gabriel visitam Itajaí”
A obra infanto-juvenil “Júlia e Gabriel visitam Itajaí” apresenta o resultado da pesquisa e inspiração de Marlene Dalva da Silva Rothbarth. Os dois personagens do livro passeiam pela cidade, guiados por um siri, que conta a história das construções antigas mais importantes situadas nas primeiras ruas que deram origem à cidade.
As ilustrações da artista plástica Lindinalva Deólla valorizam a obra e estimulam principalmente a leitura do público jovem, servindo como estratégia para pais e professores na preservação dos bens culturais.
Interferência Musical
Durante o evento teremos uma viagem pela música brasileira com Evandro Hasse, Rafaelo de Góes e Rubens Azevedo.
Mais informações:
Galeria Municipal de Arte - FCBC
Rua 2412, nº 111 - Centro
Balneário Camboriú - SC
Fone: (47) 3366-5491 / (47) 3366-5325
E-mail: cultura@camboriu.sc.gov.br
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Confraria da Leitura - Edição 11

UM ESCRITOR: JÚLIO DE QUEIROZ
Nasceu na cidade de Alegre, Espírito Santo, em fevereiro de 1926 e após estudos iniciais realizados na cidade do Rio de Janeiro e Porto Alegre, diplomou-se em filosofia pela Pontifícia Universidade Católica. Aperfeiçoou seus conhecimentos na Universidade de Munique, Alemanha e no Real Instituto de Administração em Londres, Inglaterra.
Em 1949 resolve dedicar-se à vida monástica entrando no noviciado da Ordem
Cisterciense do Brasil, em Itaporanga, SP. Dedica-se à vida religiosa durante boa parte de sua vida.
Mais tarde, renunciando aos votos, dá-se aos estudos de filosofia em Bonn e Munique onde escreve tese sobre Aspectos Estéticos da Mística Católica Medieval Alemã.
Em Santa Catarina foi assessor atuando como elaborador de textos do governador Colombo Machado Salles.
Torna-se colaborador efetivo durante muitos anos dos principais jornais do Estado. É membro da Academia Catarinense de Letras, onde ocupa a cadeira número 10.
Dentre seus melhores livros: Hamlet; Os Convidados à Trama;Breve Aro; Informes a Narciso; Baú de Mascate; Encontros em Tempo de Peste e Vocabulário Inicial do Infante. Publicou a novela, Placidin e os Monges. É reconhecido hoje como um dos melhores contistas e poetas brasileiros. Livros
de contos, entre outros, tem publicados: Umas Passageiras; Outras Crônicas; Antologia Do Varal Literário; Cambada De Mentiroso; Este Amor Catarina; As Permutas e Outros Contos;A Cidade Amada ; Álgebra de Sonhos; Deuses e Santos como nós; Encontros de Abismos.
Júlio de Queiroz vive hoje em Florianópolis, na Ilha de Santa Catarina, onde
exerce atividade literária além de professor de filosofia e conferencista
A obra de Júlio de Queiroz tem como enfoque principal a visão bondosamente crítica do ser humano, suas fraquezas e seus momentos de grandeza. Tanto na sua obra poética quanto na prosista – contos, ensaios, Crônicas – o que ressalta é sua empatia com os esforços – conseguidos ou fracassados – da humanidade em busca do que Júlio de Queiroz considera o alvo maior a ser alcançado coletivamente: a humanidade como uma família dirigida pela espiritualidade. Como dele afirmou o escritor Silveira de Souza [...] Júlio de Queiroz se assemelha a um dos representantes em nossos dias daquelas gerações de humanistas que buscam unir o conhecimento, o espírito e a palavra (escrita e oral), na compreensão e tentativa de esclarecimento do homem, como um irão de grandeza e sofrimento, desprendimento e mesquinharia, fraternidade e solidão. Há nele uma religiosidade que transcende os rituais.”
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VÍCIOS DE LINGUAGEM - Cacofonia consiste no encontro de palavras que formem outra de sentido torpe, ridículo ou desagradável. Exemplos: “Já sinto as minhas aflições.” “ A boca dela.” “Ele só tem uma mão.” “Intrínseca validade.”
Há cacófatos, porém, que não são passíveis de censura, já porque aparecem em frases feitas, e sem sucedâneos perfeitos (da nação, de balde, por tal), já pela sua habitualidade nas páginas de nossos maiores escritores (alma minha, como elas, as não). Neste caso, como adverte Rui Barbosa, eles têm de ser tolerados porque “a lei da necessidade obriga as exigências da eufonia à condição fatal de transigir.”
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PARA LEMBRAR – a) Perdem o acento circunflexo as palavras com o hiato oo. Antes escrevia-se: abençôo, dôo, enjôo, magôo, perdôo, vôos, zôo. Agora escreve-se: abençoo, doo, enjoo, magoo, perdoo, voos, zoo.
b) Perdem o acento circunflexo as palavras com o hiato ee. Antes escrevia-se: crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem. Agora escreve-se: creem, deem, leem, veem, preveem.
c) Nada muda no plural de TER e VIR e seus derivativos. Exemplos: Ele tem uma bola./ Eles têm duas bolas. Ela vem hoje./ Elas vêm hoje. Ele mantém a esperança./Eles mantêm a esperança. Ela detém a energia./Elas mantêm a energia. Ela intervém na reunião./Elas intervêm na reunião.
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O ENSINO DA LEITURA – Podemos afirmar que o ensino da leitura deve levar em consideração algumas questões básicas:
a) Linguagem, experiências e pensamento têm íntima relação. Na leitura, as palavras organizadas, relacionadas dentro de um esquema lógico, precisam corresponder às expressões e experiências já vividas pela criança. Só assim, poderá ela interpretar e fixar os símbolos escritos.
b) As estruturas de orações dos pré-livros devem ser simples, iguais às estruturas orais do aluno.
c) A criança que apresenta imaturidade linguística, precisa de um bom programa de linguagem oral, a fim de compreender o que o livro encerra.
d) Em todos os estágios, linguagem oral e leitura devem seguir paralelamente. A criança precisa falar, participar de atividades, a fim de aprender a expressar-se, enriquecer-se de palavras novas e ganhar novos sentidos para aquelas já conhecidas.
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PONTO DO POETA
Quero uma manhã
inteirinha,
clara, limpinha –
com sol, orvalho, beleza.
Quero uma manhã,
manhãzinha,
com criança, menininha –
cachos ourados, rózeas faces,
sorriso doce, palavras-paz.
Quero uma manhã
todinha,
mas que comece mais tarde,
às nove, quem sabe às dez.
Quero uma manhã
sozinha,
pra entregar nas mãos
da Christianinha.
(Poema pra ninar a Chris, [minha primeira filha] pg. 20, IRIAMAR, 1978- Musicado pelo Maestro Carlos Lucas Besen)
sexta-feira, 11 de junho de 2010
EXPOSIÇÃO DE DESENHO E LANÇAMENTO DE LIVRO EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ


Nesta sexta-feira, dia 11 de junho, a partir das 20h30min, na Galeria Municipal de Arte da Fundação Cultural de Balneário Camboriú acontece a abertura da exposição “Desenho” de Ricardo Cunha Marques, de Curitiba (SC) e o lançamento do livro “Procurando um Poema”, de Lídia Radke, de Balneário Camboriú.
Na exposição “Desenho” Ricardo Marques apresenta sua atual produção, que consiste na relação do tamanho e do tratamento técnico do desenho. O artista utiliza praticamente em toda a superfície o nanquim em sua forma pura, sem aguada, guiando caminho para o rabisco.
Ricardo questiona a construção acadêmica, a forma, a relação do todo e seu resultado na percepção do olhar, “navego por linhas abstratas para chegar à forma, pois o desenho realista também parte do difuso, do inacabado”.
Literatura
O livro paradidático “Procurando um Poema” – Técnicas de produção textual de Lídia Radke propõe uma nova abordagem de reformulação textual e reflexão a partir de poemas de vários autores brasileiros. Segundo Lídia, “optei pela textualidade poética porque a adolescência é uma fase da vida em que as emoções afloram de forma mais impetuosa e a emoção é a base da poesia”.
Na mesma ocasião, a Trupe Vocal “Entrei pelo Canto” promete encantar a todos com um Tributo a Raul Seixas e músicas do repertório popular, no estilo polifônico. A Trupe costuma fazer serenatas, além de apresentar-se em casamentos e outros eventos.
Durante o evento Didiê Kinsey, Huanita Radke e Thales Godoi que pertencem ao grupo que faz o Leitura de Bar farão diversas intervenções poéticas.
Mais informações:
Galeria Municipal de Arte - FCBC
Rua 2412, nº 111 - Centro
Balneário Camboriú - SC
Fone: (47) 3366-5491 / (47) 3366-5325
E-mail: cultura@camboriu.sc.gov.br
Serviço:
Abertura da exposição “Desenho” de Ricardo Cunha Marques
Lançamento do livro “Procurando um Poema”, de Lídia Radke
Apresentação da Trupe Vocal “Entrei pelo Canto”
Dia: 11 de junho de 2010 (sexta-feira)
Horário: 20h30min
Período de exposição: 14 a 30 de junho de 2010
segunda a sexta-feira, das 13h às 19h
Local: Galeria Municipal de Arte
Rua 2412, nº 111 – Centro - Balneário Camboriú - SC
quinta-feira, 20 de maio de 2010
CONFRARIA DA LEITURA-pn 10 (poetapinheironeto@gmail.com)

(Fortaleza da Barra da Lagoa - Foto Marcelo Pinheiro)
O QUE É LEITURA – Sem o “substratum” lingüístico, não existe leitura, porque os símbolos impressos nada significariam para o leitor. Palavras são símbolos e não têm significação por si mesmas. O sentido que o leitor lhes empresta depende de sua experiência prévia.
FEIRA CATARINENSE DO LIVRO - De 20 a 29 de maio, sempre das nove às vinte horas, no Largo da Alfândega, ocorre a III Feira Catarinense do Livro. Trata-se de uma promoção da Câmara Catarinense do Livro, onde, além da tradicional exposição, venda de livros e sessões de autógrafos, os interessados podem desfrutar de recitais de poesia, contação de histórias, bem como conhecer e conversar com escritores da terra.
Visite a Feira, visite o estande ESCRITORES DA ILHA e conheça um pouco mais sobre a literatura produzida aqui. De parabéns a CCL e também Janice Pavan, esta pelo empenho e dedicação em prol da divulgação de todos nós, escritores ilhéus.
VÍCIOS DE LINGUAGEM - Tautologia: é o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.
Todos conhecemos as famosas expressões 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros,como podemos ver na lista a seguir:
elo de ligação/ acabamento final/ certeza absoluta/ quantia exata/ nos dias 8, 9 e 10,inclusive/ juntamente com/ expressamente proibido/ em duas metades iguais/ sintomas indicativos/ há anos atrás/ vereador da cidade/ outra alternativa/ detalhes minuciosos/ a razão é porque/ anexo junto à carta/ de sua livre escolha/ superávit positivo/ todos foram unânimes/ conviver junto/ fato real/ encarar de frente/ multidão de pessoas/ amanhecer o dia/ criação nova/ retornar de novo/ empréstimo temporário/ surpresa inesperada/ escolha opcional/ planejar antecipadamente/ abertura inaugural/ continua a permanecer/ a última versão definitiva/ possivelmente poderá ocorrer/ comparecer em pessoa/ gritar bem alto/ propriedade característica/ demasiadamente excessivo/ a seu critério pessoal/ exceder em muito .
Podemos perceber facilmente que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo: 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não. Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias.
TEATRO COMPLETO – Este é o título do mais novo volume da Coleção ACL (nº. 41) que reúne três peças de Joaquim Antônio de São Thiago: “ A Enjeitada”, “A Órfã” e “Vicentina”.
Segundo Sérgio da Costa Ramos, na segunda orelha do livro: “O teatro de Joaquim Antônio de São Thiago é uma ode à família como epicentro do equilíbrio do ser humano. Um teatro de ‘valores humanos’ que se expressa por uma intensa ação dramática, em que o autor revela sua simpatia pelo pequeno, pelo desamparado, pela vítima do homem imperfeito, empedernido ou cruel – temas universais que permearam a obra de um Victor Hugo (Os Miseráveis) ou de um Charles Dickens (Oliver Twist).
É hora de Santa Catarina conhecer melhor os seus autores, especialmente este dramaturgo – um verdadeiro romântico, que imprimia à sua ficção doses balanceadas de sofrida realidade. Mas que, por convicção, nunca deixava o “Mal” prevalecer ou o “Bem” soçobrar. Seu humanismo flutuava como o bom ‘plâncton’, sem o qual os oceanos não vivem”.
VAMOS NAVEGAR? – Abriu recentemente uma nova livraria na Lagoa da Conceição. Trata-se da Navegar, que já funciona há tempos em Garopaba. Com um acervo excelente, esperamos que seu proprietário dê um tratamento especial à literatura produzida pelos autores catarinenses (e pelos que escolheram o estado para viver). Uma estante específica só com esses autores seria uma boa, que tal? Ah, a Navegar fica no Condomínio Villa Paradiso, Av. Afonso Delambert Neto, 664, loja 03. www.livrarianavegar.com.br
PARA LEMBRAR – Ainda sobre o acento diferencial: a) Deixa de ser usado para diferenciar os pares: pára, pólo, pêlo e pêra, antes acentuados, passam agora a ser escritos sem acento: para, pólo, pelo e pera. b) Será opcional (facultativo) em FÔRMA e FORMA (Exemplos: A FÔRMA do bolo / A FORMA do atleta).
PONTO DO POETA
(hoje, dedicado a Nelson Hoffmann)
A Terra
aterra
o aterro.
Vermelho barro
areia dragada
adentram o mar.
Espaço útil
silêncio inútil
a trafegar.
Carros a(r)mados
desa(l)mados homens
procuram descobrir
o amor asfaltado.
(Aterro, pg. 45, IRIAMAR, 1978)
sábado, 15 de maio de 2010
JOEL PACHECO FOTOGRAFA PONTE HERCÍLIO LUZ


SOBRE A EXPOSIÇÃO
Até o dia 25 deste mês, das 10 às 22 horas, o fotógrafo e amigo Joel Pacheco está no Shopping Iguatemi, piso L3 com uma exposição sobre o maior cartão postal catarinense, a Ponte Hercílio Luz.
Segundo Joel, esta exposição tem por finalidade, realçar este importante marco tecnológico da Engenharia em Santa Catarina e homenagear os profissionais e operários, que estão se dedicando em recuperar e preservar este importante patrimônio histórico catarinense.
Seu intuito também é a divulgação do patrimônio cultural e arquitetônico da cidade de Florianópolis, colaborando na construção da sua história, através da educação patrimonial.
Monumento de elevado valor histórico e paisagístico, a Ponte Hercílio Luz é o símbolo mais popular da Capital, um marco decisivo para o desenvolvimento de Florianópolis, pois diminuiu o seu isolamento do restante do território catarinense, já que até então, o acesso à Ilha de Santa Catarina era feito apenas por embarcações.
Originalmente foi projetada para sustentar a pista de rolamento, uma via férrea, uma passarela de pedestres e a adutora de abastecimento de água de Florianópolis.
Projetada pelo engenheiro David Barnard Steinman e construída pela firma norte-americana Buington & Sundstrom, a obra começou com os trabalhos de sondagem em 1922, mas só foi inaugurada em 13 de maio de 1926.
O nome da ponte foi uma homenagem prestada a Hercílio Luz, que se esforçou para autorizar o Estado em 1919 a contrair um empréstimo no valor de 5 milhões de dólares, financiado por diversos bancos norte-americanos.
Tem 821 metros de extensão e 339 metros de vão central. As torres metálicas medem 74 metros de altura. Para a época em que foi construída, apresentava várias inovações que a colocaram como obra pioneira e da maior expressão no campo da engenharia, tanto no Brasil quanto no exterior. O piso original de madeira foi substituído por asfalto em 1960.
Pode-se admirar melhor a Ponte no mirante e praça ao seu lado, onde se destaca a estátua do governador do Estado de Santa Catarina - engenheiro civil Hercílio Pedro da Luz, falecido em 20 de outubro de 1924, antes da inauguração efetiva da Ponte.
A exposição é composta por 40 fotografias (20 horizontais e 20 verticais) coloridas com tamanho 30x45 cm montadas sobre paspatur de placa “PS” de 45x60 cm e complementada por um banner de 90x120 cm de apresentação, contendo informações históricas sobre a Ponte Hercílio Luz.
SOBRE O FOTÓGRAFO
Joel Pacheco nasceu em Florianópolis - Santa Catarina - Brasil, é arquiteto, fotógrafo e programador visual; pesquisador de tema como paisagem, etnografia e cultura popular.
É autor dos Livro “Florianópolis a 10ª Ilha dos Açores - o encontro das origens” e “A Canoa Baleeira dos Açores e da Ilha de Santa Catarina”.
Editou várias exposições fotográficas; publicou diversas imagens vinculadas ao Patrimônio Cultural em Florianópolis e Açores em livros, jornais, cartões postais e telefônicos:
Florianópolis Memória Urbana, Agenda 21 Florianópolis, Atlas do Município de Florianópolis, Transporte Coletivo em Florianópolis, Fortes da Cidade, Circuito Cultural de Florianópolis, Patrimônio Histórico de Florianópolis, Fortalezas de Florianópolis, Açores-Portugal, Corpus Christi - Florianópolis, Janelas de Florianópolis, Florianópolis Antiga, Arte Rupestre - Florianópolis, Jornal Lusitana - Canadá, Revista Digital Seixo Review Artes & Letras - Canadá.
contatos
Arq/fot. Joel Pacheco arquitetojpacheco@gmail.com
Fones 48-33644143 - 9971-4143
BLOG http://arquitetojoelpacheco.blogspot.com/
ELISA ZATTERA EXPÕE EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ

Cores e formas intensas
marcam esta exposição
A ousadia dos formatos e
das cores fortes da exposição
“Arte à Flor da Pele” poderá
ser conferida a partir da próxima
segunda-feira (10), na
Galeria de Arte de Balneário
Camboriú. A abertura foi realizada
na noite de ontem (7),
com a apresentação do Quarteto
de Cordas de Balneário
Camboriú.
O conjunto de esculturas faz
parte de uma fase na carreira
em que a artista plástica Elisa
Zattera, de Caxias de Sul, procura
expressar o movimento
constante da vida. “Independente
da fase, represento o sentimento, que para mim é o que nos move. Este movimento sinuoso é geralmente
intenso, por isso uso cores fortes, para representá-lo.
Por outro lado, procuro não perder a suavidade, e por que
não dizer, a sensualidade”,disse a autora..
As características do feminino estão bem representadas nas obras de Elisa, segundo a própria artista, através das formas, vezes intensas, vezes doces e suaves.Elisa iniciou nas artes lecionando em escolas por oito anos. Depois disso foi em busca de aperfeiçoamento e da experimentação de novas técnicas. Começou trabalhando com painéis, sempre com materiais alternativos,como ferro e madeira. “Os recortes começaram a aparecer e quando percebi estava fazendo escultura planas. Daí foi um pulo para fazer esculturas
tridimensionais”, pontuou Elisa.
“Arte a Flor da Pele” segue
disponível para visitação até
28 de maio. A Galeria de Arte na Rua 2412, nº 111.
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